O próprio Tribunal Superior Eleitoral (TSE), depois de decidir que o mandato pertence ao partido e não ao candidato eleito, começa a se preocupar com a ditadura partidária.
A instância máxima da Justiça Eleitoral, sabendo do autoritarismo dos chefões da política, que se auto-intitulam proprietários vitalícios dos partidos, tem acolhido pedidos para mudar de legenda.
A perseguição e a mudança programática são exceções favoráveis a quem quer trocar de agremiação partidária. São elementos que, se comprovados, podem influenciar na decisão do magistrado.
Em relação ao PR de Itabuna, com a cúpula estadual pressionando o vereador Roberto de Souza a votar pela aprovação das contas do prefeito Fernando Gomes (DEM), ainda não há uma perseguição do tipo implacável e ameaçadora.
Agora, caro internauta, uma perguntinha mais do que pertinente: Tem mudança programática pior do que votar a favor das contas do prefeito Fernando Gomes, eivadas de irregularidades insanáveis?