O governador Jaques Wagner sabe que os aliados de verdade, independente de qualquer acidente de percurso ou do toma-lá-dá-cá, são o PT, PCdoB e o PSB.
Os outros partidos, principalmente o PMDB do ministro Geddel Vieira Lima, são parceiros circunstanciais, portanto não-confiáveis quando o assunto em pauta é o legítimo projeto de reeleição do petista.
Se o governo estiver bem avaliado em 2010, aí todos são Wagner desde criancinha. Do contrário, vão fugir do petista como o diabo da cruz.
Apostando que fará um bom governo, Wagner acerta quando busca o fortalecimento da aliança com a incorporação do PP, partido de 38 prefeitos, vários vereadores, cinco deputados estaduais e três federais.
O próprio Tribunal Superior Eleitoral (TSE), depois de decidir que o mandato pertence ao partido e não ao candidato eleito, começa a se preocupar com a ditadura partidária.
A instância máxima da Justiça Eleitoral, sabendo do autoritarismo dos chefões da política, que se auto-intitulam proprietários vitalícios dos partidos, tem acolhido pedidos para mudar de legenda.
A perseguição e a mudança programática são exceções favoráveis a quem quer trocar de agremiação partidária. São elementos que, se comprovados, podem influenciar na decisão do magistrado.
Em relação ao PR de Itabuna, com a cúpula estadual pressionando o vereador Roberto de Souza a votar pela aprovação das contas do prefeito Fernando Gomes (DEM), ainda não há uma perseguição do tipo implacável e ameaçadora.
Agora, caro internauta, uma perguntinha mais do que pertinente: Tem mudança programática pior do que votar a favor das contas do prefeito Fernando Gomes, eivadas de irregularidades insanáveis?
Milton Gramacho. Novamente reconduzido a Câmara de Vereadores desta comercial-capital-cidade do planeta cacau. O futuro político, futuro mandato do senhor Milton Gramacho é dependente de processo na Justiça Eleitoral. Está quase insustentável, quase indefensável, pode ser cassado, punido. Ele é acusado de comprar votos com dinheiro vivo nesta municipalizada eleição de 2008. Nos próximos parágrafos, com trepidantes e fortes convicções, interpretações, constatações, anunciações deste soldado raso do jornalismo político (Diário do Sul) para a sociedade.
Milton Gramacho vai se considerando em completa segurança. Tem sentimentos firmes, tem sensações fortes que nada acontecerá, não será cassado, não será punido simplesmente porque o prefeito eleito Nilton Azevedo está sendo investigado, acusado pelo mesmo comportamento, mesmos motivos, mesmas razões. Nesta direção, por causa disso o senhor Milton Gramacho vai avaliando, avalia que o processo-cassação-punição vai ficar desacerelado, na geladeira, no freezer.
Milton Gramacho, certíssimo. Como a Justiça Eleitoral vai justificar a cassação-punição do senhor Milton Gramacho ou como vai justificar a não cassação, absolvição do senhor Nilton Azevedo? Ora, ou a Justiça Eleitoral condena, cassa, pune Milton Gramacho & Nilton Azevedo ou a Justiça Eleitoral absolve Milton Gramacho & Nilton Azevedo. Este julgamento, sentença, jamais pode ser individualizado, nunca pode ser diferenciado, já que Gramacho & Azevedo estão no mesmo circuito, mesma rota.
A internet tem muita coisa pra lá de interessante. E quem quer uma informação de qualidade e um texto mais que saboroso pode conferir o blog do repórter Rodrigo Viana. Como as pessoas gostam- principalmente a classe média de saber o pedigree (Qual é a sua família? Diga-me o seu sobrenome? Você é filho de quem?): Viana trabalhou na emissora do Plim-Plim, saiu porque colocaram gesso na sua boca. Hoje está na Record fazendo reportagens e faz um programa de entrevistas na Record News.
No blog ele pega situações do cotidiano para contar histórias e expor as suas opiniões. Dois desses textos vou reproduzir aqui, o que ele fala do preconceito racial e dos comunistas. Os poucos leitores do Plural terão a partir da próxima semana um link para o blog de Rodrigo Viana na página inicial.
Lá estará também Mino Carta, Paulo Henrique Amorim, Luiz Carlos Azenha, Luis Nassif, Maurício Stycer
Uma coisa é defender a conservação da natureza, garantir a exploração racional dos recursos naturais e evitar agressões ao meio-ambiente. Outra coisa é usar uma causa aparentemente justa e midiaticamente simpática para evitar a implantação de um projeto que vai gerar milhares de empregos, dar um grande impulso a uma economia estagnada por conta de uma crise que já dura duas décadas e cujo impacto ambiental não é, nem de longe, o apocalipse apregoado pelos ambientalistas.
Do choro diante de uma doente mental que executa Chopin ao piano, passando pelas crianças que têm educação garantida até a universidade, Cuba é uma seqüência de surpresas, algumas agradáveis outra tem tanto, como encontrar jornalistas que acham natural uma imprensa sem liberdade de expressão, como se a revolução justificasse tudo e nada pudesse ser questionado. Cuba é também a terra da ex-favelada Josefina Bucur, a dona Fifi, que encontramos comandando a sua revolução coletiva num dos bairros mais paupérrimos de Havana. A saúde, a educação, o esporte e dona Fifi são os temas dessa terceira série de matérias, que produzimos em Cuba, no ano de 1995. Leia mais clicando aqui
A briga dos dois caciques do Governo Wagner, o Ministro Geddel Vieira Lima e o secretário da Agricultura Geraldo Simões, o cacique sul baiano vence por 2 a 1, isso por enquanto. Geddel promete não deixar barato. No Sábado o secretário visitou 4 municípios, (e não tem tempo nem para uma boquinha, o alimento é Elma Chips e H2O conforme um esbelto assessor) em três cidades o PMDB tem candidato. No quarto município, Lúcio Vieira Lima o irmão de Geddel, tentou melar a coligação. Em miúdos: Em Itororó o candidato petista Adroaldo Almeida tem na vice a vereadora do PMDB, Delmara Brito. Ela foi indicada pelo prefeito Marco Britto que é do PMDB de Geddel .
Aliado do ex-prefeito ilheense Jabes Ribeiro e o principal articulador político regional Magno Santos vive bem distante do Secretário Geral do PP. Não muito longe onde estava Jabes estava Magno. Hoje se um viaja de TAM o outro vai de GOL. Jabes é um dos é um dos maiores clientes das companhias aéreas. Magno preferiu seguir outro caminho montou sua empresa a MS Pesquisas e Consultoria e quer saber mesmo é de trabalho. Trabalha para qualquer um desde que o contrate. Está com o PT em Mascote, com o Democratas em Itacaré, com o PTB em Buerarema, com o PP em Ibirapitanga cidade do partido de Jabes. Magno não fala mal de Jabes diz que preferiu seguir outro caminho. É mais um aliado que Jabes perdeu.
Daniel Thame escreve sobre a saudade da velha Henrique Alves, no Pontalzinho, uma rua que era sinônimo de tranqüilidade, mas que passou a ser conhecida pela insegurança e o medo. O texto, maravilhoso. O problema, assustador. Leia também no blog do próprio Daniel, clicando na seção no Links.
O velho DT ‘entrega’ colegas e relembra os bons tempos dos encontros estaduais de jornalistas no interior. Reuniões interessantes, que não levavam a nada, a não ser a histórias deliciosas como essa, que também pode ser lida no blog do próprio Daniel. Para ir lá, basta clicar na nossa seção de links.
Meados da década de 90, jornal A Região. Como que surgido do nada, o médico Roland Lavigne, dono de um hospital em Una, se transformara num fenômeno eleitoral. Deputado estadual, deputado federal, com grandes chances de dar o grande salto adiante (como diria o camarada Mao), elegendo-se prefeito de Ilhéus.
Aqui e acolá, pululavam denuncias de que Roland usava métodos nada ortodoxos para encher seu balaio de votos, entre eles a esterilização em massa de mulheres, as famosas ligaduras de trompas. Além da esterilização de índias (o que tempos depois se transformaria num escândalo de repercussão internacional), o ´público-alvo´ era composto de mulheres carentes das periferias de Ilhéus e Itabuna.